Horácio | Experimental 

Marta Bernardes

Portugal – 2018

 

SINOPSE

Nos últimos anos tenho menos cadernos de notas e desenhos. Mas uso o meu telefone com câmara como forma de manter com o real uma prática contínua de resgate do olhar. Dentro desses exercícios, há estes a que chamo “Agora eu era”: anotações visuais em que me relaciono com o exercício de ver como forma de conversar com os amigos artistas, ou de os presentear, os vivos e os mortos, encontrando essa “escola infinita” de ver nas coisas mais comezinhas do mundo o que podia ser uma obra deles, e que precisamente se revelam a mim, porque a obra deles me levou a olhá-las. Eis uma definição possível de amor: uma porção de mundo revelada e libertada da sua inexistência.

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